segunda-feira, 5 de julho de 2010

Serra ou Dilma?





"Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam."
(Edmund Burke)

Agora é praticamente oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo.

Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum?”

Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável. Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional-Socialista em 1933 na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.

Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Mas existem algumas diferenças importantes também. O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios – os mais abjetos – para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso. O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto.

Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, as ONGs, as estatais, as agências reguladoras, tudo! O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez na Venezuela, Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo. Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo. A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.

Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Uma continuação da gestão petista através de Dilma é um tiro certo rumo ao pior. Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje. Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente? Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo “bolivariano”?

Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia. Anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal. Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.

Dito isso, assumo que votarei em Serra. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma. Meu voto não é a favor de Serra. E, no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao governo Serra como sou hoje ao governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.

Respeito meus colegas liberais que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização - o que não é muito.


(5/7/2010 - Segunda-Feira 13:16)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Legalização da Maconha no Brasil! Você é contra ou a favor?


Vem sido questionado no Brasil sobre a Legalização da Maconha! Leia um pouco sobre!

Sobre a Legalização da Maconha no Brasil: da cumplicidade à superação da controvérsia

1. Da necessidade de esclarecimentos ao leitor

Um ponto crítico para os que se aventuram a escrever sobre a problemática do uso da maconha é, certamente, a parcela de desconfiança do leitor em relação à uma possível tendenciosidade no discurso.

Entretanto, as percepções como, também, as idéias desenvolvidas neste texto são impressões, de quem escreve, enquanto ser no mundo. Todas as pessoas são ser no mundo, compartilham um mundo comum embora suas perspectivas de leitura desse mundo apresentem diferenças. A realidade problemática da legalização da maconha, tem distintos significados, tanto para quem escreve, como para o leitor, e também para os autores utilizados neste texto como referência, e ainda, para as pessoas de modo geral.

É necessário reconhecer a inesgotabilidade dos sentidos do tema. Para tal, foi preciso, ao redigir este texto, me despojar de preconcepções (juízos, valores, crenças), para que pudesse refletir com maior clareza sobre as diferentes argumentações a cerca do assunto. Ao leitor caberá, ao analisar cada argumento, dirigir a atenção para o seu próprio ponto de vista para obter maior clareza e compreensão. "O fato de que o leitor possa transcender os limites de sua própria perspectiva e compreender a de outros é a base de toda comunicação de conhecimento e compreensão". (Keen, 1979)

Sobre a maconha – consumo e usos – pode-se recorrer à seu primeiro registro na história, encontrado num livro chinês de farmacologia, escrito por volta de 2.730 anos antes de Cristo, o que comprova sua manipulação, através dos tempos, com diferentes propósitos, pelas culturas que à utilizaram.

Hoje, o problema do uso da maconha assume proporções, que fogem à legitimação cultural, esbarrando em lobbys poderosíssimos. Observa-se um grande distanciamento entre as intenções propostas nos discursos políticos e os resultados alcançados na prática. As medidas de controle legal, em todo mundo, têm-se mostrado ineficientes (Kolb, 1980); a intensificação de ações no sentido de repressão à maconha não tem colaborado de forma satisfatória para minimização do problema.

Desta forma, debates sobre a possibilidade de legalização da maconha no Brasil, como no mundo, tornam-se cada vez mais freqüentes. Entretanto, observa-se uma crença de que existem diferenças irredutíveis entre os participantes das discussões: enquanto alguns são partidários da manutenção ou aumento da repressão, outros buscam explicitar as vantagens da legalização, seja esta, econômica, social ou cultural.

Artigos publicados em conceituados veículos de comunicação de massa, brasileiros e ou estrangeiros, têm apresentado vigorosas argumentações a respeito da problemática. Ao examiná-los, com relativa clareza e simplicidade, descobre-se que a realidade brasileira é similar a de qualquer país capitalista ocidental (salvo os países baixos), quanto ao insucesso das estratégias utilizadas nos processos de educação e repressão à maconha. Descobre-se, ainda, que esta realidade está caminhando rapidamente para igualar-se a realidade de outros países da américa latina, nos quais o consumo e o tráfico ganham, a cada dia, notoriedade social revelando o nítido desinteresse, seja pelo Estado como também pelos responsáveis por projetos sociais, que acabam tendo uma ação dúbia, favorecendo interesses pouco transparentes.

2.1. Dos argumentos contra a repressão no Brasil

Como principais defensores da legalização da maconha no Brasil encontram-se o Deputado Federal pelo Partido Verde – RJ Fernando Gabeira, a Antropóloga e Primeira-Dama Ruth Cardoso, cientistas de elibada reputação, personalidades políticas e culturais, membros da Organização Mundial de Saúde, UNESCO e outras entidades não-governamentais, além é claro de uma significativa parcela da sociedade, para os quais a intensificação da proibição da maconha tem ocasionado, entre outros fatores no:

* alto investimento financeiro na luta contra a maconha, na manutenção de grande contingente nas prisões e em recursos da justiça sem alcance de grande impacto no mercado negro, mas com considerável impacto nos cofres públicos e na monopolização dos esforços, fazendo com que haja concentração dos financiamentos em entidades de pouca transparência social;
* aumento da violência pelos traficantes e pelos usuários habituais, sendo que esses últimos, além de serem coibidos pelo sistema judicial se submetem aos cartéis da maconha – qualidade, preço e origem da droga;
* abuso às liberdades civis ao interferir, em questões de assunto pessoal – consumir ou não consumir parte de uma resolução de caráter intimista-psicológico;
* estímulo à expansão do mercado negro cujos lucros financiam táticas, para manutenção do poder e do domínio dos cartéis;
* visualização da maconha como algo proibido, envolvendo força psicológica de atratividade pelos jovens, ante as perspectivas dos riscos que encerra;
* estímulo à especulação do preço, à corrupção e ao desrespeito às leis;
* impedimento na atenção do Estado sobre o tratamento de usuários com dependência psíquica, e no desenvolvimento de programas de prevenção, que poderia obter recursos financeiros, através da taxação de impostos sobre a maconha, como tem acontecido com o cigarro em muitos países.

2.2. Dos contra-argumentos à legalização

Dentre os partidários do aumento ou da manutenção da repressão no Brasil pode-se citar, em sua grande maioria, os representantes da elite detentora do poder político-partidário, além de magistrados como o Dr. Eric de Castro (juiz que expediu o mandado de prisão em Brasília – DF, para o grupo de hip hop Planet Hemp), e outros, para os quais a legalização da maconha implica na:

* aceitação moral de outras drogas;
* mensagem de que está tudo bem com o consumo da maconha;
* reação intensa e extensa do mercado negro, para não perder a fonte de lucro e de poder;
* maior acesso, pela disponibilidade e pela diminuição dos preços com conseqüente aumento do número de usuários;
* responsabilidade do Estado, quanto a contribuição para inúmeros prejuízos como: o surgimento de problemas mentais, a manutenção da violência pelos usuários na busca de recursos, para acesso as drogas, nascimento de crianças com problemas genotípicos;
* explicitação dos limites de fornecimento.

Da reflexão dos argumentos apresentados tanto favoráveis como desfavoráveis à legalização da maconha surge a indagação se, no Brasil, frente a complexidade da sua realidade, suas condições e características, a legalização seria bem sucedida?

3. Da compreensão do problema à superação

Às discussões sobre as vantagens e desvantagens da legalização ou da repressão da maconha no Brasil, acrescenta-se ser interessante ponderar sobre o fato de que tanto os responsáveis pela formulação e implantação de políticas como a sociedade civil em geral têm em comum insatisfações profundas nas significações individuais e coletivas a respeito da maconha no Brasil:

* gerando angústias e vontade de encontrar novas formas de expressar o desconforto, frente à falta de perspectivas futuras e de valores que orientem no sentido de uma vida social sadia tanto física quanto mental;
* expressa por políticas definidas e implementadas, revelando a necessidade de compreensão das formas de interferência no mundo do crime organizado - estabelecido e legitimado pelo próprio poder econômico-político;
* alcançados pelas ações de repressão tanto em relação aos altos custos despendidos com o agravamento do problema, quanto ao aprisionamento legal da liberdade individual de cada um que, opta por uma vida com valores próprios, além dos de convívio social;
* e também, da sociabilidade publicisante, permanentemente, propaga pelos meios de comunicação de massa, de drogas lícitas, ou socialmente aceitas, como o tabaco e o álcool, legitimadas pelo poder público, em detrimento do poder econômico de grandes fabricantes.

Na realidade, os fatores de influência associados às insatisfações anteriormente explicitadas denunciam a desesperança subjacente na sobrevivência e instabilidade de valores transmitidos pelas gerações anteriores e a angústia que se faz presente quando o sentimento de identidade nacional fica à deriva, em função da globalização de valores e bens.

Um problema sob tal ordem de complexidade não comporta discussões superficiais baseadas somente em especulações. Muitas estratégias tem se restringido a meras denúncias. Raramente têm surgido iniciativas que se preocupem, com profundidade, em indagar sobre as probabilidades na ocorrências de novos problemas originados da legalização ou da manutenção do aumento da repressão ideológica-social.

Para uma apreciação crítica da sociedade brasileira sobre a legalização ou não da maconha são indispensáveis atitudes de auto-crítica e reflexão sobre as próprias convicções, como também a repercussão destas. E, por conseguinte, a análise conjunta de diferentes pontos-de-vista. Assim, poder-se-a constituir uma opinião ideológica-política sobre os indivíduos que simplesmente são usuários habituais, dos que são dependentes físicos ou químicos – como alcoolatras ou fumantes, ou dos que utilizam-se da maconha através do narcotráfico, e sua relação com outras formas do crime organizado. Pois, reside no próprio homem o poder da mudança, de conjugar esforços, com cumplicidade, para lutar pela perda coletiva de símbolos sociais; de desenvolver a sensibilidade para uma avaliação orientada por desejo de ruptura da alienação deliberada da realidade.

A realidade está a exigir cuidados sobre adoção de medidas alternativas, para eliminação de disparidades e redução de insatisfações, ou seja, um planejamento social estável e consciente, que suprima atitudes de pretensão, onde o problema da legalização ou não da maconha, possa ser resolvido por meio de intervenções casuísticas e imediatas.

A polêmica no Brasil, sobre a legalização da maconha representa mais uma atitude de inconformismo com a situação atual, do que uma especulação incontrolável do crime organizado (ver indicadores estatísticos do preço da maconha comparada à outras drogas - lícitas e ilícitas - e ao próprio tráfico de armas). Por outro lado, algumas experiências científicas – médicas, químicas, farmacológicas, etc – no Brasil, tem demonstrado que a utilização da maconha não se efetiva somente através dos usos psicoativos, mas tem acompanhado a área de saúde no tratamento de diversas doenças - câncer, AIDS, etc. – como também a economia ao apresentar bens de consumo que vão deste a indústria têxtil, passando pela indústria de alimentos, até chegar às indústrias de combustíveis alternativos.

Assim, dos ângulos de compreensão expostos e da análise das argumentações apresentadas contra a repressão e dos contra-argumentos à legalização das drogas, encaminha-se a idéia de que é preciso abandonar o hábito do confronto, passando seus defensores, a cúmplices na exploração dos diferentes pontos-de-vista, compartilhando-os para uma perspectiva comum que seja exequível às condições sócio-políticas-culturais do Brasil. Do mesmo modo, " privar qualquer cidadão de satisfazer esta necessidade é o mesmo que fechar-lhe as portas para a autoreflexão, autoexpressão, consideração, correspondência comunicativa e liberdade a que tem direito". (Lorenzoni , 1988)

E você?? É a favor ou contra a legalização?

"http://www.cic.unb.br/~fatima/imi/imi200/b/hojebrasil.htm"

Felipe Giubilei - 24/05/2010 -23:32-

sábado, 22 de maio de 2010

Ser Corinthiano é diferente, é lindo!



Após algumas dezenas de horas

ainda sofremos o luto pela morte

temporária de um sonho. "É da natureza

do Corinthians e do Corinthiano viver

seu carmas e lutar para quebrar suas sinas,

para depois recriar, buscar um novo objetivo.

Isso faz a nossa força e faz com que o Corinthians

seja o maior de todos. Foi assim nos 23 anos

de fila para o meu pai. É assim na busca

pela Libertadores por mim. Porque a Libertadores

virá, uma hora dessas. E aí precisaremos, ou criaremos,

ou aparecerá outro objetivo. Sem isso

nossa existência e paixão futebolística

seria patética e inexpressiva, como a

de nossos rivais, que existem

- apenas - para nos olhar e nos secar." Pego emprestado

essas sábias palavras de Sérgio Rebollo, postadas na

internet, para dizer que somos uma nação FIEL,

fomos escolhidos, vivemos e juramos

nosso amor eterno ao time mais emocionante e

vibrante, o

SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA.

Esta história que dura há um Centenário é

o suficiente para nos sustentar!


FIEL BH - Pelo Corinthians em qualquer lugar!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Aqui é Corinthians!


Vim aqui falar um pouco do que eu acho sobre tudo o que tá rolando no Corinthians! Especulações, jogadores reclamando, jogadores sem espaço no grupo... enfim, tudo o que eu penso a respeito!

Vou começar falando do Andres Sanchez! Porra, todo ano tá sendo assim, montamos um elenco bom, quando estamos entrosando, ele vai lá e vende peças principais do elenco! Ano passado com a venda de Cristian, André Santos e Douglas, nosso elenco caiu muuuito de produção no 2º semestre! Agora esse ano, 'Andres DESmanchez' disse que pode perder (Elias, Jucilei e Ralf). Puta que pariu ?? Nosso meio de campo titular na formação 4-3-3! E agora me surge especulações que ninguém ainda procurou o Chicão para renovar seu contrato, sendo que o mesmo está acabando! Se isso tudo acontecer, o pior de tudo é que, além de 'FUDER' com o nosso elenco, o Corinthians não vai lucrar muito com estas vendas!

Questão de estádio... Não aguento mais essa coisa de: "Vamos construir um lindo estádio para podermos chamar de NOSSA CASA" Essa coisa já existe a muito tempo e cansei de acreditar e depois me decepcionar com a notícia que o projeto não deu certo! Pra começar, a nossa casa sempre foi e sempre será o Pacaembu! Pegamos o Pacaembu pra nós e pronto... mas primeiro pintaremos aquela arquibancada verde de outra cor ? Mas enfim...

Já passou da hora de contratarmos um goleiro reserva ao nível do Felipe ?? Porque aguentar Rafael Santos tá foda! Júlio César tá pegando bem, mas não me traz tanta segurança quanto o Felipe!

Limpa no Elenco: Balbuena e Escudero já deveriam ter ido embora a muuuito tempo... pra falar a verdade, nem sei pra que vieram!
Leandro Castán não consegue segurar nem o Bill no ataque... ele não serve pra jogar no Coringão!
Aquele Paulinho até hoje não mostrou porque veio... jogador regular, não aparece muito no jogo, jogador simples, também não serve pro Coringão!
Danilo deveria ter ido jogar no São Paulo de uma vez... acho que até o William é mais rápido que ele!

Até hoje não entendi o porque do Mano Menezes não utilizar o Defederico, ele é bom! Ae depois alguns babacas vem falando que ele tá errado de pedir pra trocar de clube! Ele vem como uma promessa, conhecido como 'O novo Messi', chega aqui, e o Mano coloca Paulinho no jogo e ele não! Eu não entendo mais nada!

E não é possível que o Mano ainda não percebeu que o time rende muuuito mais com o 4-3-3 do que com o 4-4-2! A eliminação da Libertadores deve ter ensinado isso a ele, com certeza!

Nós Corinthianos, não podemos ficar sentados, olhando desmancharem nosso elenco, sendo que este ano, o Brasileiro se tornou obrigação! Isso quer dizer, não podemos deixar que o nosso elenco fique fraco para um momento tão importante para nós e para o Corinthians!

Chegou a nossa vez! Se, infelizmente este desmanche ocorrer, não podemos deixar de acompanhar e apoiar o nosso grande Coringão! Vamos viajar milhares de kilometros, passar por dificuldades, seja ela, financeira, emocional, tanto faz! Todo sacrifício deste momento é válido! Aqui é Corinthians! Na vitória ou na derrota, seremos Corinthianos até a morte! VAMO QUE VAMO!

VAAAAAAAAAAAAI CORINTHIANS, NÃO PARA DE LUTAR!




Pelo Corinthians, com muito amor, até o FIM!


Felipe Alves Giubilei - 19 de Maio de 2010!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Um querer um pouco impossível

Quero fugir daqui, quero sair desta vida igual, deste mundo corrupto, destas coisas tão comuns, desta rotina tediante

A vida não é para fracos, a vida é um objetivo difícil de chegar ao fim, estudar é para fracos, fortes são aqueles que constroem suas próprias idéias e objetivos.

Estudar pra que? Sendo 90% do que você estuda em 12 anos, só usa até os 20 e poucos, que depois farás somente o que gosta. Biologia é o caralho, o que me faz feliz são boas companhias, única coisa que presta nisto, é quando explicam sobre a vida. Raiz quadrada não serve pra nada, potenciação é coisa de cuzão. Análise sintática é a mesma coisa que a Matemática, são contas infinitas que quando menos se percebe, foi deixada em uma lembrança passada e uma raiva interminável. O substantivo da vida, não se liga a um verbo, nem a uma locução verbal, pois a vida é prestativa, ao contrário da escola. Eu quero mais é jogar bola, fazer a alegria das pessoas, ver a felicidade estampada no rosto das pessoas!

Porque o que presta mesmo é ser feliz e não um estudante esforçado e infeliz. Cantar e tocar as músicas que nos fazem bem, que vai além do nosso pensamento.

Tênis de marca é bom, mas não tanto quanto ter um dom! Pode ser em relação a qualquer coisa, mas que seja uma coisa ligada à vida, felicidade dentro de uma grande cidade não é fácil. Pois existem pessoas com pensamentos capitalistas e não ambientalistas.

Desabafar é bom, tanto quanto voltar ao lar e não brigar. E que você, desde então, aprenda a amar!



Felipe Giubilei - Em mais um dia inútil de aula!

O sentimento que se foi!

Eu nunca gostei de você
não venha me dizer agora
que eu era a pessoa mais importante
sendo que eu era apenas um insignificante!

Você sempre reclamava que...
Ninguém te amava,
Que você sempre era...
a culpada de tudo

VOCÊ SEMPRE SE DAVA DE VÍTIMA
SEMPRE EU, ERA O ERRADO
AQUILO JÁ ESTAVA ME ENXENDO
SORTE QUE TUDO ACABOU NA HORA CERTA

Estava fingindo estar feliz
pra ver se esse seu mau humor
passava logo e me deixava em paz
já estava passando dos limites

Quando tudo acabou, foi como...
o maior alívio de todos,
a liberdade renasceu
e o amor que eu sentia por você, morreu

Felipe Giubilei - Numa noite de 2010

Floresta!

Garotas correndo

Garotos morrendo

Todo mundo se conhecendo

Como o mundo é pequeno

Temos coisas demais para que esqueçamos!

Estava um dia na floresta, surpreso com o que vi, as folhas de árvore parecendo robôs elegantes!

Folhas do chão se parecendo bailarinas ao ar.

Este é o mundo medonho que nós vivemos, cruel e sólido. Vamos fazer com que esforçamos para viver calmamente neste mundo ridículo e obscuro, sem ligar para os obstáculos e finalmente vivermos sorridentes e livres.

E que não sejamos mordidos por insetos insignificantes na vida de alguns e que podem mudar a vida de outros, e nem nos focamos que no mesmo local poderia ter dengue.


Felipe Giubilei - Qualquer dia a tarde na mata!